Se você acredita que sabe tudo a respeito da arte do Grafite, sugiro que lance ao terreno baldio das noções sociais arcaicas, suas certezas precipitadas. A menos que você seja um desses artistas ou que conviva com um deles.

Porque os livros que abordam a temática são insuficientes para que se compreenda, com justa medida, esse fenômeno social pulsante e irremediavelmente presente em nosso cotidiano; oxalá assim permaneça!

Hoje, tive a alegria de ouvir os pormenores técnicos e psicossociais do processo criativo de dez mulheres grafiteiras do Distrito Federal. Devo à amabilidade e conhecimentos de @innertrips Nathália Brito a aquisição de tão preciosos esclarecimentos.

Que esse poderoso megafone visual (expressão que costumo usar) possa gritar em cores, formas, beleza e símbolos nossos preconceitos e esteriótipos, típicos de uma sociedade adoecida e intolerante.
Estejamos prontos para a Arte de Rua. Abracemos as contestações que também são nossas e perceberemos, no outro, nossa face mais realista.

Confira, nos próximos posts, um pouco do que estará em exposição até o dia 22/05/2022.

Todos os direitos reservados a Patrícia Yunes