A primavera chegou e com ela flores de diversos matizes, insetos e outros seres da natureza reivindicam seu protagonismo na exposição inaugurada hoje.
E como talento não brota do chão, o artista Christus Nóbrega nos apresenta sua FLORICULTURA, fruto de muito trabalho, suor e vigor intelectual, por certo.
Mas ainda é preciso elaborar melhor o que foi presenciado e visto na exposição do artista.
Eu já deveria saber. Por trás de um lindo e sedutor buquê, deve estar escamoteada, à espreita, alguma dose de ironia fina, sutilíssima, apenas a espera de algum desavisado, cuja curiosidade o empurre ao terreno baldio das conclusões óbvias.
Nunca há obviedades quando pensamos nas obras de Christus Nóbrega.
Ao relembrar as imagens de hoje, quase pude sentir o perfume de jasmins que minha avó usava. E como forma de homenageá-la, direi que Christus “não dá ponto sem nó”.
É sobre essa ideia que voltarei ao tema nos próximos posts.

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